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Agentes Server Mode

O Agentes é o registro central de agentes de IA do RoqueOS — no espírito do Copilot Studio. Você define um agente uma vez (identidade, modelo de IA, instruções, skills e as ferramentas que ele pode usar) e o reutiliza em qualquer lugar. Cada agente é testável ao vivo enquanto você o desenvolve.

Agentes

Por que isso é útil

Em vez de repetir a configuração do agente em cada lugar, você monta um agente rico num só lugar — com regras, conhecimento em pacotes (skills) e uma lista controlada de ferramentas — e o teste na hora. É a base para automações e fluxos agênticos mais avançados.

Requer Server Mode

O Agentes precisa de um RoqueOS Server conectado (é onde os agentes ficam salvos, com os segredos criptografados, e onde o executor roda). Veja Primeiros Passos para conectar um servidor — ou use o servidor DEMO pré-configurado para experimentar.


Criando um agente

Clique em + Novo e preencha:

  • Nome — como o agente aparece na lista (ex.: "Pesquisador de Mercado", "Suporte Nível 1").
  • Cor — um destaque para identificar o agente rapidamente.
  • Modelo de IA — escolha entre os provedores de nuvem configurados (OpenAI, Anthropic, Google e outros) ou um LLM local. O modelo é obrigatório: um agente sem modelo não pode rodar, então o botão Salvar só habilita depois de escolher um. A chave usada é a do seu hub central de IA, a menos que você informe uma chave própria só para este agente.
  • Instruções (regras) — a persona e as regras que o agente deve sempre seguir (o "system prompt" dele).
  • Skills — pacotes de instrução reutilizáveis anexados às regras. Cada skill tem um nome e um bloco de instruções; use-as para encapsular comportamentos ("Resumo executivo", "Tom formal") sem reescrever tudo.

Ferramentas (allow-list)

Por padrão, um agente pode usar todas as ferramentas disponíveis. Ative Restringir ferramentas para escolher exatamente quais ele pode chamar — uma lista com dois grupos:

  • Ferramentas do servidor (roqueos_*) — saúde do servidor, listar/ler/escrever arquivos, buscar no catálogo de apps, listar/iniciar/parar containers, e mais. Cada uma indica a permissão que exige (ex.: filesystem:read).
  • Ferramentas do cliente (desktop_*) — abrir a janela de um app nativo, mostrar uma notificação na tela, etc.

Marcar só um subconjunto dá ao agente exatamente o alcance que você quer — nem mais, nem menos.


Testando ao vivo

No editor de um agente salvo há o painel Testar agente: escreva uma mensagem, clique em Rodar, e o agente executa de verdade — com as instruções, skills e ferramentas configuradas — devolvendo a resposta e as ferramentas que ele acionou. Assim você itera na configuração vendo o efeito na hora.


Avançado

A seção Avançado permite associar credenciais de servidor específicas para o agente usar ao chamar as ferramentas roqueos_* (por padrão ele usa as do servidor conectado). Todos os segredos — chave de IA e credenciais de servidor — são criptografados em repouso e nunca retornados pela API.


Onde os agentes são usados

O registro de Agentes é a base do RoqueOS para IA agêntica. A ideia é definir o agente aqui e reutilizá-lo nas demais superfícies (Chat, Automações, Fluxos) — evoluindo para autoria por linguagem natural, voz, geração de imagem/vídeo e integração com canais. Este app é a Fase 1 dessa visão.


Perguntas frequentes

Preciso de chave de IA para criar um agente?
Para salvar um agente você escolhe um modelo do seu hub de IA; para o agente rodar (testar/usar), o modelo escolhido precisa ter uma chave configurada (de nuvem) ou um LLM local acessível. Configure seus provedores no hub de IA do RoqueOS.

Os segredos ficam expostos?
Não. Chave de IA e credenciais de servidor são criptografadas no servidor e a API só devolve uma indicação de que existem (nunca o valor).

Posso restringir o que o agente faz?
Sim — a allow-list de ferramentas define exatamente quais capacidades o agente pode usar. Sem restrição, ele pode usar todas.